Primeira clínica de Redenção com câmara Oxy monoplace
Equipe treinada em protocolos regenerativos e de dor
Atendimento humanizado e resultados reconhecidos
Entenda como funciona a Oxigenoterapia Hiperbárica da OxiGenare
A hiperbárica da Oxigenare é ideal para quem precisa se recuperar com mais rapidez
Feridas que não cicatrizam com facilidade
Dores crônicas ou inflamações persistentes
Complicações de diabetes (como úlceras e necroses)
Lesões pós-cirúrgicas e queimaduras
Atletas em recuperação muscular
Tratamento moderno com cuidado de verdade, aqui em Redenção
Exclusividade da câmara Oxy em Redenção/PA
Equipe capacitada e comprometida com o resultado
Clínica moderna e atendimento humanizado
Promove a redução de inchaços, edemas e hematomas, além de acelerar a cicatrização em enxertos e reparos.
Redução de inflamações e cicatrizes, além de acelerar a recuperação após procedimentos como peeling profundo e laser.
Regeneração muscular, favorecendo o tratamento de fraturas complexas e otimizando a recuperação de lesões ligamentares.
Enxaqueca crônica, fibromialgia e doenças autoimunes como lúpus, alivia os sintomas, alivia a inflamação e promove maior qualidade de vida.
Problemas vasculares complexo, lesões, vasculite, isquemia ou comprometimento da circulação no pós operatório
Melhora a circulação, reduzir dores crônicas e estimular a regeneração celular. Com mais energia, menos inflamações e uma recuperação mais rápida
Mecanismos da Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) e Como Eles Ocorrem
Como ocorre: Sob alta pressão, o oxigênio não fica restrito ao transporte pela hemoglobina. Ele se dissolve diretamente no plasma em quantidades até 20 vezes superiores ao normal. Isso permite que o oxigênio alcance tecidos isquêmicos (com baixa perfusão) que, em condições normais, não receberiam quantidade suficiente de oxigênio. Resultado: Melhora da oxigenação em áreas com circulação prejudicada, favorecendo a cicatrização e o metabolismo celular.
Como ocorre: O aumento da pressão de oxigênio estimula a proliferação de fibroblastos e a produção de fatores de crescimento, especialmente o Fator de Crescimento Endotelial Vascular (VEGF). Isso induz a formação de novos vasos sanguíneos (angiogênese) em áreas onde houve destruição vascular, como em feridas crônicas ou após lesões por radiação. Resultado: Formação de novos capilares, aumentando o fornecimento de oxigênio e nutrientes aos tecidos lesionados
Como ocorre: O oxigênio em altas concentrações potencializa a ação dos leucócitos (especialmente os neutrófilos), que utilizam o oxigênio para produzir espécies reativas de oxigênio (ROS), como o peróxido de hidrogênio, no processo chamado "estouro respiratório". Isso intensifica a destruição de bactérias, especialmente anaeróbias. Resultado: Controle mais eficiente de infecções, inclusive aquelas resistentes a antibióticos convencionais.
Como ocorre: A OHB estimula os fibroblastos, células fundamentais na formação da matriz extracelular e na deposição de colágeno. O colágeno é essencial para a cicatrização, conferindo resistência e integridade ao novo tecido formado. Resultado: Aceleração da cicatrização de feridas e lesões, fortalecimento dos tecidos regenerados.
Como ocorre: A elevada pressão de oxigênio provoca uma vasoconstrição periférica seletiva, principalmente em vasos normais, sem comprometer a oxigenação dos tecidos (que é compensada pelo oxigênio dissolvido no plasma). Essa vasoconstrição leva à redução do extravasamento de líquidos e, consequentemente, diminui o edema local. Resultado: Menor inflamação, alívio da dor e melhor perfusão dos tecidos
Como ocorre: O oxigênio hiperbárico regula a atividade dos neutrófilos, macrófagos e outros mediadores inflamatórios, reduzindo a produção de citocinas pró-inflamatórias e espécies reativas prejudiciais, enquanto estimula fatores anti-inflamatórios. Resultado: Redução da inflamação crônica e do dano tecidual secundário.
Como ocorre: O aumento da oferta de oxigênio às células melhora o metabolismo aeróbico, otimizando a função mitocondrial, que é essencial para a produção de energia (ATP). Em algumas lesões, como traumas cerebrais, há estudos mostrando que a OHB pode até estimular a transferência mitocondrial de astrócitos para neurônios, auxiliando na recuperação neurológica. Resultado: Aumento da capacidade celular de produzir energia e se regenerar.
Como ocorre: O oxigênio em altas pressões melhora a oxigenação dos tecidos tumorais, que frequentemente são hipóxicos (pobres em oxigênio). Isso torna as células tumorais mais sensíveis à radioterapia, que depende da presença de oxigênio para gerar radicais livres letais ao DNA tumoral. Resultado: Maior eficácia da radioterapia e, em alguns casos, da quimioterapia.
Como ocorre: Na intoxicação por monóxido de carbono (CO) ou gás cianídrico, a OHB acelera a dissociação desses gases da hemoglobina e das enzimas mitocondriais, restaurando rapidamente a oxigenação celular e interrompendo o bloqueio metabólico. Resultado: Rápida reversão da hipóxia tecidual e prevenção de lesões neurológicas.
Conclusão
A Oxigenoterapia Hiperbárica atua por diversos mecanismos sinérgicos que promovem a recuperação dos tecidos, controlam infecções, reduzem inflamações e estimulam a regeneração celular. Seu efeito baseia-se principalmente na capacidade de elevar significativamente os níveis de oxigêniodissolvido no plasma, possibilitando que ele atinja tecidos comprometidos e atue como um potente agente terapêutico.
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